The Trueman Show
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Hoje vi um filme chamado The Trueman Show. È um filme publicado em 1998, e fala sobre um homem que se chama Trueman, e a sua vida, desde o momento em que ele nasceu, estava a ser publicada na TV para toda a gente excepto ele. Todas as suas experinências são designed por produtores dum programa super-popular. Ele não tinha coragem de passar o mar à volta da sua ilha por causa dum acidente que tinha acontecido quando ele era pequeno, e naquele acidente o pai dele perdeu-se no mar. Foi uma recordação triste, e desde aquele momento, ele tinha medo de mar. Também com este ponto fraco, ele não se atrevia a fujir da ilha. Mas no final, ele descobriu o facto de que tudo na sua vida era falso, e para procurar o seu amor real, também para procurar o mundo real, ele ultrapassou varías dificuldades que os produtores lhe propuseram. Quando vi o momento em que ele finalmente chegou o fim do mundo feito por produtores, podia sentir o sentimento dele, e as lágrimas já estavam nos meus olhos. O meu coração estava a gritar “Vá,Trueman! Saia deste mundo!” Ainda bem que no coração dele não havia cámara, e ele saiu do mundo virtual com os cumprimentos para os produtores. É um fim alegre, e também foi a primeira vez que eu entendia o significado da frase“chorar por bastante alegre”.
No filme, o pricipal produtor disse que o mundo real era mais falso do que o mundo em que o Trueman estava a viver, porque ele não precisava de ter medo de nenhuma coisa. Mas acho que quem quer que seja o Trueman, vão fazer tudo para fujir do mundo artificial. Porque o mundo real, quer seja perigoso, quer seja ainda mais falso, é a vida real. Somos seres humanos, temos liberdades, e temos direito de experimentar a nossa vida por nós próprios, e este direito não se pode ser roubado por ninguém.
Por isso, vamos experimentar a nossa vida sem hesitação, sem medo. Porque o mundo é real, a vida é real, e nós também somos reais. Temos sortes, não é? ^^
No filme, o pricipal produtor disse que o mundo real era mais falso do que o mundo em que o Trueman estava a viver, porque ele não precisava de ter medo de nenhuma coisa. Mas acho que quem quer que seja o Trueman, vão fazer tudo para fujir do mundo artificial. Porque o mundo real, quer seja perigoso, quer seja ainda mais falso, é a vida real. Somos seres humanos, temos liberdades, e temos direito de experimentar a nossa vida por nós próprios, e este direito não se pode ser roubado por ninguém.
Por isso, vamos experimentar a nossa vida sem hesitação, sem medo. Porque o mundo é real, a vida é real, e nós também somos reais. Temos sortes, não é? ^^


Todas as suas experinências são designed por produtores dum programa super-popular.Todas as suas experiências são designadas(?) por produtores dum programa super-popular.
Penso que o verbo que queria usar aqui não é o mais correcto. Talvez "controladas" ou "feitas" seria melhor.
Foi uma recordação triste, e desde aquele momento, ele tinha medo de mar.Tornou-se uma recordação triste, e desde aquele momento, ele (sempre) teve medo do mar.
O que aconteceu no acidente não "foi" uma recordação, certo? Mas "tornou-se" numa recordação triste, mais tarde. :)
"tinha" é pretérito perfeito.. ou seja, uma acção que aconteceu no passado e que já não afecta o presente... neste caso, foi "desde aquele momento", ou seja, afecta o presente, porque ainda continua com medo do mar.
Também com este ponto fraco, ele não se atrevia a fujir da ilha.Com este ponto fraco, ele não se atrevia a fugir da ilha.
Mas no final, ele descobriu o facto de que tudo na sua vida era falso, e para procurar o seu amor real, também para procurar o mundo real, ele ultrapassou varías dificuldades que os produtores lhe propuseram.Mas no final, ele descobriu o facto de que tudo na sua vida era falso, e para procurar o seu amor real, assim como o mundo real, ele ultrapassou várias dificuldades que os produtores lhe propuseram.
"assim como" fica mais bonito porque evita repetições de palavras. :)
Quando vi o momento em que ele finalmente chegou o fim do mundo feito por produtores, podia sentir o sentimento dele, e as lágrimas já estavam nos meus olhos.Quando vi o momento em que ele finalmente chega ao fim do mundo feito por produtores, podia sentir o mesmo que ele, e vieram-me as lágrimas aos olhos.
Como estamos a relatar um acontecimento, se transformarmos os verbos que definem as acções desse acontecimento para o presente, a redação fica mais rica, na minha opinião.
"sentir o sentimento" não está errado, mas torna-se repetitivo e pouco estético.
existe essa expressão que exprime o que quer dizer, "vir as lágrimas aos olhos" :)
O meu coração estava a gritar “Vá, Trueman!O meu coração gritava “Vá, Trueman!
Saia deste mundo!” Ainda bem que no coração dele não havia cámara, e ele saiu do mundo virtual com os cumprimentos para os produtores (?).Saia deste mundo!” Ainda bem que no coração dele não havia câmara, e ele saiu do mundo virtual cumprimentando os produtores (?).
É um fim alegre, e também foi a primeira vez que eu entendia o significado da frase “chorar por bastante alegre”.Foi um fim feliz, e também a primeira vez que eu entendi o significado da frase “chorar de alegria”.
Mas acho que quem quer que seja o Trueman, vão fazer tudo para fujir do mundo artificial.Mas acho que quem quer que seja como o Trueman, vai fazer tudo para fugir do mundo artificial.
Porque o mundo real, quer seja perigoso, quer seja ainda mais falso, é a vida real.Porque o mundo real, mesmo que seja perigoso, mesmo que seja ainda mais falso, é a vida real.
Somos seres humanos, temos liberdades, e temos direito de experimentar a nossa vida por nós próprios, e este direito não se pode ser roubado por ninguém.
Temos sortes, não é?